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10 maio 2013

BOLSA CRACK?? PTZ... LOGO AGORA QUE PAREI??



ACORDA BRASIL. BANCAR O VICIO PARA TENTAR DIMINUIR A CRIMINALIDADE E MAQUILAR O PROBLEMA, NÃO VAI RESOLVER.
ACREDITAR QUE ESSE DINHEIRO VAI SER USADO NO TRATAMENTO É BOBAGEM.
JÁ POSSO ATÉ IMAGINAR... "CENTROS DE TRATAMENTO DE DEPENDÊNCIA, MAIS PARECENDO UMA MISTURA DE PRESIDIO E MANICÔMIO, OFERENDO PARA AS FAMÍLIAS O COMBO:
INTERNE SEU ADICTO AQUI E RECEBA PARTE DA BOLSA!!!"
DEPOIS VIRAM MANCHETES QUE RODAM O MUNDO COMO VIMOS OUTRO DIA AS DUAS CLINICAS QUE FORAM FECHADAS.
NO MAXIMO A FAMÍLIA QUE TANTO JÁ PERDEU, VAI USAR ESSA GRANA PARA PAGAR DIVIDIAS E TENTAR REPOR BENS LEVADOS PELO VICIO; E QUER SABER? NÃO TIRO A RAZÃO DELES.
BOM... A UNICA COISA QUE VEJO SÃO AS OPÇÕES DOS CO-DEPENDENTES, INTERNA O ADICTO E RACHA COM A CLINICA O BENEFICIO OU TENTA SORTE DELE SER PRESO ANTES DE MORRER E RECEBE A BOLSA RECLUSÃO. LEIA A MATÉRIA.
PALHADAS A PARTE, R$ 1.350,00 POR DEPENDENTE, EM UMA PAIS DO TAMANHO DO BRASIL E COM PROBLEMA "DROGAS" MAIOR DO QUE ELE... QUEM VAI PAGAR POR ISSO? O MESMO OTÁRIO QUE JÁ PAGA O "RECLUSÃO"?
DROGAS SE COMBATE COMO QUALQUER OUTRO MAL. É PELA RAIZ QUE SE ACABA UM PROBLEMA. NÃO TEM QUE PAGAR PARA GERAR MAIS RUINDADE NO MUNDO. TEM QUE CUIDAR DA FAMÍLIA, REAPRENDER VALORES E APLICA-LOS. DAR EXEMPLOS DE CARÁTER E FÉ.
VOLTO A LEMBRAR QUE NÃO SOU CONTRA OU PRÓ CLINICAS DE REABILITAÇÃO. SEI QUE EXISTE MUITA GENTE SERIA NO MEIO E TAMBÉM QUE MUITOS INTERNOS FORA DE UMA CT, FATALMENTE VOLTAM A USAR DROGAS, POR TANTO É PRECISO QUE EXISTAM CLINICAS. MAS NÃO É ELA QUEM SALVA.
QUEM SALVA É DEUS.

19 março 2013

Ibogaína: a droga que cura o vício

Da planta iboga é extraída a ibogaína, uma substância psicodélica que faz sonhar por 12 horas e é cada vez mais usada contra a dependência química
Fausto Salvadori

Revista Galileu
Deitado numa cama, Wladimir Kosiski, 33 anos, viu, literalmente, sua vida passar como num filme — e descobriu que era um drama ruim. A abertura até prometia: cenas de sua infância e adolescência, o casamento, o emprego como vendedor em uma multinacional em Curitiba (PR), a faculdade, dois filhos... Mas, ao chegar aos 21 anos, o roteiro virava filme B, uma típica história de dependência de drogas, reprisando todos os clichês do gênero. O crack, então, roubava a cena: uma sequência previsível de empregos perdidos, faculdade abandonada e bens vendidos a preço de banana para pagar o vício. E sua carreira de vendedor em multinacional acabou enveredando para a vida de aviãozinho do tráfico em troca de alguns gramas de pedras. 

O filme apareceu como uma espécie de sonho acordado durante as 48 horas que Wladimir passou sob o efeito da ibogaína, uma droga psicodélica, em uma clínica no Estado de São Paulo (que prefere não divulgar o nome). Durante esse tempo, ele ficou sonolento, mas plenamente consciente. Viu nítidas as imagens de sua vida, como se fossem projetadas em uma tela de LCD na parede do quarto, logo acima do médico que o observava sobre a cama. Quando o efeito passou, foi a primeira vez em anos que Wladimir acordou sem a fissura, o desejo incontrolável pela fumaça do crack que ataca os dependentes. Nem o desejo, nem as náuseas e nem as dores comuns desse tipo de abstinência apareceram. “Era como se eu nunca tivesse usado droga nenhuma”, diz o hoje administrador de empresas, que passou pelo tratamento e se livrou da dependência em 2007. 

A substância que ajudou Wladimir é cada vez mais usada em terapias experimentais contra o vício. De 1962, quando começou a ser testada em dependentes químicos, até 2006, 3.414 pessoas usaram a ibogaína, obtida a partir da raiz de um arbusto africano, a iboga, para fins terapêuticos. Só nos últimos quatro anos, no entanto, 7 mil pessoas passaram pelas terapias, de acordo com dados preliminares de um estudo do Dr. Kenneth Alper, da New York School of Medicine, nos Estados Unidos. O número de tratamentos cresceu tanto que provocou uma escassez da substância, ainda produzida de maneira artesanal, no mundo. 
Carolina Pessoa
Wladimir Kosiski, 33 anos: diz estar livre do crack após ter ficado 48 horas sob o efeito da ibogaína
Crédito: Carolina Pessoa
AVAL DA CIÊNCIA> Boa parte dos cientistas torce o nariz diante da ideia de se usar uma fortíssima droga psicodélica para se tratar dependentes químicos. Porém, o crescimento no número de terapias bem-sucedidas e o início de novos estudos deram mais credibilidade à prática. Um deles começou em julho, conduzido pela Associação Multidisciplinar para Pesquisa de Psicodélicos (MAPS, na sigla em inglês), de Santa Cruz, na Califórnia. De acordo com a entidade, trata-se da primeira pesquisa sobre os efeitos de longo prazo da ibogaína na luta contra o vício. O levantamento é feito em cima de usuários de heroína, tratados com a droga por uma clínica do México, a Pangea Biomedics. O interesse dos pesquisadores surgiu após estudos que mostram os benefícios da prática. “Há cada vez mais aceitação por parte da comunidade científica”, afirma Randolph Hencken, diretor de comunicação da MAPS. Os pacientes da Pangea são, em boa parte, americanos que cruzam a fronteira para receber um tratamento considerado ilegal nos EUA (embora a pesquisa seja permitida por lá). A ibogaína também é proibida na Dinamarca, na Bélgica, na Suécia e na Suíça. Já no Gabão, é considerada tesouro nacional. Na África Central, curandeiros usam a raiz em rituais contra as chamadas “doenças do espírito”. 

Um deles, da religião Bouiti no Camarões, faz com que o participante coma uma grande quantidade de iboga (que pode chegar a 500 g) enquanto um grupo canta, toca e dança a noite inteira. A cerimônia de três dias pode produzir um coma induzido — o que é entendido como uma viagem ao mundo dos mortos. O objetivo, dizem, é receber revelações, curar doenças ou comunicar-se com aqueles que já morreram. Trabalho da antropóloga paulistana Bia Labate, que estudou a droga, afirma que “acredita-se que os pigmeus tenham descoberto a iboga em tempos imemoriáveis”. 

A primeira pesquisa brasileira no assunto está prevista para começar no ano que vem, sob orientação do psiquiatra Dartiu Xavier da Silveira, coordenador do Programa de Orientação e Atendimento a Dependentes (Proad) da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Ainda que os resultados sejam positivos, não há chance de cápsulas de ibogaína chegarem às farmácias tão cedo. “Sob estrita supervisão médica, a droga poderia se tornar um medicamento, mas custaria milhões de dólares em estudos e ainda não há investidores para tanto”, diz Hencken. 

  Divulgação
Comprimidos feitos com substância da raiz dos arbustos africanos
Crédito: divulgação
O EFEITO> Ainda não se sabe exatamente como essa substância atua no combate à dependência, mas dezenas de pesquisas em animais e humanos indicam que age em dois níveis: tanto na química cerebral como na psicologia do dependente. Por um lado, a droga estimula a produção do hormônio GDNF, que promove a regeneração do tecido nervoso e estimula a criação de conexões neuronais. Isso permitiria reparar áreas do cérebro associadas à dependência, além de favorecer a produção de serotonina e dopamina, neurotransmissores responsáveis pelas sensações de bem-estar e prazer. Isso explicaria o desaparecimento da fissura relatado pelos dependentes logo após sair de uma sessão. 

Na outra frente, a ibogaína promoveria uma espécie de psicoterapia intensiva ao fazer o paciente enxergar imagens da própria vida enquanto a mente fica lúcida. Estas visões não seriam alucinações, como as imagens de uma viagem de LSD. É como sonhar de olhos abertos, o que ajudaria os dependentes a identificar fatores que os teriam empurrado para as drogas em determinados momentos da vida. Estudos com eletroencefalogramas feitos pela Universidade de Nova York, nos Estados Unidos, apontaram que ondas cerebrais de um paciente que tomou ibogaína têm o mesmo comportamento daquelas de alguém em REM (a fase do sono em que sonhamos). “O sonho renova a mente e, se no sono comum temos apenas cinco minutos de sonho a cada duas horas, na ibogaína são 12 horas de sonho intensivo”, aponta o gastroenterologista Bruno Daniel Rasmussen Chaves, que estuda o tema desde 1994 e participará da pequisa da Unifesp. 

RISCOS> No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informa que não há restrições legais à ibogaína, mas seu uso como medicamento não está regulamentado. Por isso, os tratamentos são considerados experimentais e as clínicas não fazem propaganda. A importação é feita pelos próprios pacientes, que pagam cerca de R$ 5 mil por uma sessão com o derivado da raiz. Após passar por exames médicos, o dependente ingere as cápsulas, deita-se em uma cama e deixa sua mente navegar pelos efeitos, que podem durar até 72 horas. Durante esse tempo, médicos monitoram o paciente. Vale dizer que a literatura médica registra 12 óbitos associados ao uso de ibogaína nas últimas quatro décadas, provocados por diminuição na frequência cardíaca (o equivalente a uma morte a cada 300 usuários). No entanto, estudos de Deborah Mash, neurologista da Universidade de Miami, nos Estados Unidos, que já acompanhou o tratamento de cerca de 500 pacientes, apontam que não há registro de morte por ingestão de ibogaína em ambiente hospitalar. É preciso que o paciente chegue “limpo” à sessão. “As mortes registradas ocorreram em tratamentos de fundo de quintal, em que as pessoas fizeram uso concomitante de ibogaína e outras substâncias”, afirma Chaves. 

NÃO HÁ FÓRMULA MÁGICA> Estudiosos e pacientes avisam: a droga não é uma poção mágica. Para se livrar da dependência, Wladimir Kosiski aliou o tratamento à psicoterapia e mudança drástica de hábitos. Voltou a trabalhar, a estudar e nunca mais pisou no local onde comprava crack. Não foi isso o que fez o professor Gilberto Luiz Goffi da Costa, 44 anos, que se tratou com ibogaína pela primeira vez em 2005. Viciado em drogas desde os 14 anos, Gilberto já acumulava 18 tratamentos fracassados contra dependência. Volta e meia, dormia nas ruas de Curitiba e praticava roubos para comprar crack: já havia sido preso cinco vezes. Após usar ibogaína, achou que estava curado. “Tive uma sensação de bem-estar, mas é um efeito que se perde depois”, afirma. Estava livre do desejo, mas continuou a frequentar os mesmos ambientes e amigos com quem dividia drogas. Em pouco tempo, foi dominado novamente pelo crack. “A ibogaína retira a fissura, mas a pessoa pode continuar a usar droga mesmo sem vontade, como alguém que estraga um regime por gula, não por fome”, diz Chaves. Gilberto só conseguiu permanecer “limpo” após a terceira vez que se tratou, em 2008, quando aliou a substância a uma troca completa de atitudes, seguindo o método dos Narcóticos Anônimos. Sem consumir drogas há dois anos, hoje dá aulas de línguas e é consultor no tratamento de outros dependentes. Ao contrário da viagem pelo mundo dos mortos em uma sessão dos rituais africanos, a ibogaína ajudou o curitibano, pouco a pouco, a permanecer no mundo dos vivos. 


02 março 2013

É PRA FRENTE!


Estava tudo perfeito.
Tingiram o céu de vermelho.
Eu não quero e não pro inferno.
To sem moto e sem dinheiro.

Lá aprontei. eu “fervi”.
Fazer cagada? deixa comigo!
Quantos sonhos eu destruí?
Quantas vidas em risco?

Vai ficando azul o vermelhado.
Tchau meu Mato Grosso Do Sul.
Ta tudo certo, mas nada combinado.
E fiquei assim, perdido em Cambú?!?

Mas isso são lágrimas de crocodilo.
“Barriga cheia, a goiaba tem bicho.”
Quero  fazer do meu dia, o mais lindo!
Que porra é essa? Eu sai do lixo!!

É como já disse o Chorão:
-Logo eu, que sempre achei legal ser tão errado.
E assim completa o refrão:
-Eu que nem sempre calmo, mas nunca preocupado.

Vou dar um jeito, quero ir pra casa.
Tenho orgulho de ter o meu orgulho.
Pode bater, que aqui “irmão” é aroeira.
É defeito de caráter, mas é positivo.

Minhas pretas, meus amores.
Vou fazer um jardim de flores!
Quero regar com seus sorrisos.
Assim  fazer dias mais coloridos!

Olha lá, o preto ta cobrindo o cinza.
O meu passado é um fantasma.
Não assombra, mais cobra muito.
Bom. Se fosse fácil não seria comigo.

Não gostei da parte do crocodilo.
Ele não se identifica comigo.
Vou chorar lagrimas de jacaré.
Pô! Combina até com meu tereré.

Eu que era o dono da razão
Nos meus erros tinha raros acertos.
Mas agora em compensação.
Mas meus acertos tem poucos erros.

O que Deus preparou pra mim?
Confio Nele, tem problema não!
E confiando eu caminho assim.
Pé na estrada e fé em Deus irmão!!

19 dezembro 2012

Como Identificar um Dependente - de "DROGAS TÔ FORA !!!"

EU RECOMENDO ESTE SITE  "DROGAS TÔ FORA !!!"

Capítulo 03

Este capítulo tem como objetivo levar o familiar a identificar um dependente e ajudá-lo a recuperar-se. Cabe notar, que os pontos aqui abordados muitas vezes também estão ligados a outros distúrbios de comportamento, portanto para agir tenha certeza do fato.

Companhia de Pessoas que Usam Drogas

É comum o ser humano formar grupos em torno daqueles na qual tem afinidade.Freqüentar lugares aonde drogas são usadas. Amizade com usuários de drogas, é um forte indicio de uso de drogas ou dependência, ainda mais se esta amizade está relacionada ao convívio diário, um amigo (a) que usa drogas, um namorado (a), merecem observação. Se a pessoa não usa drogas, não deve
andar com quem usa. Diga-me com quem andas, que te direi quem és.

Mudança de Personalidade, Mau Humor, Brigas com Familiares, Hostilidade com Todos

Ao entrar nas drogas, a pessoa tem inserido em sua vida muitas mudanças. A crise de abstinência (falta da droga) gera ansiedade, depressão, falta de humor. Com isto, é freqüente as brigas com familiares, principalmente quando alguma coisa lhe é negado (dinheiro). A maconha gera falta de vontade, a cocaína gera agitação e hostilidade. Pode haver uma grande busca por dinheiro sem causa aparente, normalmente dinheiro para comprar drogas.

Olhos Vermelhos, uso de Colírios, Olhos Brilhantes

No capítulo das drogas já vimos que olhos vermelhos mostram uso de maconha ou álcool, coisa que um bom colírio resolve.
Olhos arregalados, brilhantes e com pupilas dilatadas (midríase), uso de cocaína. O dependente sob o efeito da droga, não olha dentro dos olhos dos familiares temendo ser descoberto.

Queda no Rendimento Escolar ou Abandono na Escola

Principalmente a maconha exerce forte influência na vontade do indivíduo, levando a inatividade. Se a dependência está instalada, o ato de matar aula e não estudar tem seu lugar.
As más companhias têm forte influência neste tipo de comportamento. O desinteresse de outras atividades também é geral.
Ex: esporte, trabalho, etc.

Alterações do Apetite

A maconha aumenta o apetite desesperadamente quando sob seu efeito (ganho de peso). A cocaína e o Crack tiram o apetite e a fome (perda de peso).

Muito Tempo Fora de Casa, Solidão

O dependente vive para se drogar e se droga para viver, portanto, quase todo tempo fora de casa poderá estar usando drogas. Quando está em casa permanece trancado no quarto, muitas vezes se drogando. Esta é uma característica muito forte da dependência.


Novo Grupo de Amigos – Chamadas Telefônicas Desconhecidas

Este novo grupo de amigos deve ser observado. São usuários de drogas?
Você não sabe nada sobre eles e nem é possível chegar a eles? Observe!
Chamadas telefônicas desconhecidas – são aquelas que não se dão a conhecer mesmo quando são interrogadas.
Muitas vezes a ligação é desligada quando quem atende não é a pessoa certa. Este é um ponto a ser somado.

Falar ou Rir em Excesso, Mentir, Objetivos de Valor Sumindo de Casa

Sob o uso de drogas o usuário pode ter a atitude de rir ou falar em excesso, o que contrasta em muito com o resto do comportamento.
Mentir é a forma de ocultar os locais que freqüenta, as pessoas que andam ou o que estava fazendo.
Objetos de valor sumindo em casa, geralmente são para trocar por drogas. Dinheiro sumindo em casa é fato na casa que tem um usuário de drogas.
Se o usuário trabalha, o seu dinheiro não dá.
Se não trabalha e tem bens, o dinheiro pode indicar algo ilícito.

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